quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A tinta do amor, que estivera exposta ao sol,
secara e desbotou.
O pintor tentou restaurar,
mas o tom não se equiparou;
o vermelho, mais vivo;
o de agora é mais fraco,
bem menos vibrante,
quase opaco...

A tinta da tristeza, que estivera sempre à sombra,
fortificou-se.
O pintor não teve tanto trabalho para passar a mão de azul,
o mais forte, o mais vibrante;
o que antes era desbotado,
agora vibra e esfria mais o vermelho vibrante
que outrora foi.

A tinta da tristeza, que antes nem aparecia, voltou como Fênix.
O quadro, então, de branco paz, passou pelo vermelho paixão,
tingiu-se de azul frieza,
misturou-se com todas as cores e terminou com o preto,
que, agora, se faz tão pesado feito chumbo.

7 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns pelo blog...abraços!

Leo M. disse...

Obrigado pelo comentário, Sr. Anônimo.

Abração. :)

cleider disse...

lindo, porém triste...

Leo M. disse...

Obrigado pelo comentário, meu irmão. É importante saber que tu e a cunhada prestigiam meu blog! ;)

.com/com disse...

Meu amigão.gostei muito do blog e é muito legal expressar oque sente e divulgar teu trabalho pq essas poesias na gaveta tu sabem que ñ servem de nada pq o conhecimento tem que ser passado e mostrado senão de nada vale ,continua com teus poemas vai em frente quero ver teu livro publicado hein.Um forte abraço!!!!!!!!!

ricardo disse...

Meu querido amigo,adorei o blog e suas poesia ssão incriveis continua assim que vais longe.E é muito importante divulgar tua obra pq tu sabes que na gaveta nada circula fica parado no tempo e no espaço e sem conhecimento.Ainda quero ver teu livro publicado viu.Um forte abraço !!!!!!

Leo M. disse...

Obrigado pelo comentário, Ricardo. Fico feliz em saber que tenhas lido. Mais feliz ainda em saber que tu postou comentário. É muito gratificante saber que as pessoas lêem meus textos e mais ainda quando elas gostam! Valeu mesmo. ;)